corrector? proibido.

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As primeiras linhas cativaram. Avancei. «Há!» E não percebi o sentido de escrever, naquela frase, «Existe! Sim, isto existe!» Tinha sido o corrector. A intenção (que não ponho em dúvida as intenções de quem não conheço) fora exclamar «Ah!», mas o corrector, humano ou programado, endiabrou-se e esticou a perninha para o tropeção.
Acabou ali mesmo a leitura.
Ou confio no português de quem escreve, ou passo adiante.

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